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Afinal, AIPLANET! Este é um espaço que jamais sonhei que poderia criar! Isso acontece porque chegamos ao ponto de ruptura da democratização da inteligência artificial, e agora não há volta. Os desdobramentos gerados por milhares de pessoas envolvidas em seu aperfeiçoamento, manutenção, legitimidade e expansão são tão vastos que não podemos deixar ninguém para trás.
Chegou a hora em que a opção de crescer, dentro do potencial de cada um, não dependerá de mensalidade escolar ou do custo de dispositivos, aplicativos e meios de acesso. O volume de conhecimento franqueado por quem entende essa revolução é assustador e desafia a posição confortável de ignorar ou deixar passar. Quase tudo o que conhecíamos já mudou, e a reinterpretação é premente para quem quer se manter "atual" — palavra que talvez nem consiga mais sintetizar o presente, pois, antes de terminar a terceira sílaba, o momento já é outro.
Busco me antecipar às informações e inovações que possa desconhecer, mas basta consultar minha IA para que ela amplie minha visão até o ponto em que digo: "Vamos parar agora, G! Vou tentar absorver estes dois primeiros e amanhã sigo com os demais!" E ela, criada para ajudar, me apresenta um resumo e um guia de estudos para entender um pouco mais.
Por isso, meu Hub de recursos de IA — voltado a qualquer fim (exceto os imorais e ilegais) — contém mais de 100 aplicativos, sites, estúdios e outras ferramentas correlatas ao uso profissional, recreativo, educacional, motivacional, social, solidário, relacional, preventivo, judiciário, artístico e espiritual da tecnologia.
O Aiplanet Project não será apenas um canal artístico, solidário e espiritual, mas também um espaço de pesquisa, sandbox, avaliação e criação de experiências musicais e visuais, focadas no uso democrático, solidário e missionário desses recursos.